domingo, 7 de setembro de 2025

No dia 7 de setembro de 1822 ocorreu a independência do Brasil, mas o que isso significou?

 O Brasil, que era colônia de Portugal, se tornou independente devido às pressões políticas que ocorriam tanto na Europa, quanto no Brasil. Com a invasão de Napoleão Bonaparte à Portugal, D. João VI teve que se refugiar em sua colônia na America; entretanto, os segmentos dominantes no Brasil (fazendeiros, escravocratas e comerciantes) não estavam contente com as imposições feitas pela metrópole, e isso gerou uma condição que levou pessoas à praça do Comércio no Rio de Janeiro gritarem “aqui governa o povo” e “Haja revolução”. 



Com todo esse cenário caótico na política Brasileira, D. João havia arquitetado um plano para que, mesmo que houvesse a emancipação politica, o poder continuasse no controle de sua família e também vinculada a Portugal. Para isso, D. Pedro I, filho de D. João VI foi crucial para acalmar os ânimos na colônia.

D. Pedro percorreu cerca de 470 kms, entre Rio de Janeiro e São Paulo e, durante a viagem que durou cerca de dez dias, dormiu em Areias, Lorena, Taubaté, e Águas Brancas. Foi durante essa passagem que muitos apoiadores passaram a acompanhar e compor a guarda de D. Pedro. Um deles foi Flávio Antônio de Andrade, capitão e Juiz de Paz da então Vila de Santo Antônio do Parahybuna, assim como o capitão Bento Vieira de Moura, de Taubaté. Outro integrante da guarda do Imperador quando pronunciou o Grito do Ipiranga, que também tinha terras em Paraibuna, proprietário da Fazenda Espírito Santo, era o Brigadeiro Manuel Rodrigues Jordão, que faleceu em 1827.

O que aconteceu no Vale do Paraíba, referente a consolidação de elites interessadas e em constante crescente, demonstra algo dito pelos historiadores Marquese e Tomich como inédito, e os impactos disso para a conformação do Estado Nacional brasileiro foi decisivo. Disso, também se popularizou um ditado que, durante o Império se tornou popular: “O Brasil é o Vale”








terça-feira, 5 de agosto de 2025

Centro de Memoria Paraibuna publica Artigo Cientifico

Olá internautas!

Você sabe da importância de um artigo científico?

O artigo científico tem o poder de divulgar descobertas e avanços no conhecimento científico, promovendo o diálogo e a colaboração entre pesquisadores. Além disso, desempenha um papel crucial no desenvolvimento acadêmico, permitindo que estudantes e pesquisadores aprimorem suas habilidades de análise, escrita e pesquisa.

O conhecimento gerado pela pesquisa científica, quando compartilhado em artigos, pode impactar significativamente a vida das pessoas, seja através de avanços na medicina, novas tecnologias ou soluções para problemas sociais. No caso específico da história de nossa cidade, ele ajuda a entender quem somos e de onde viemos.

Artigo científico é ciência!




Professora Dra. Valéria Zanetti, Me. Maria José Acedo, Dr. Nilton Carlos Rosa e o graduando Rafael Lobo, da equipe dedicada aqui do Centro de Memória Paraibuna, publicaram um artigo científico na revista CDHIS, intitulado "Auto de Reivindicação de Terras e Sesmarias, Pleitos Jurídicos e Patrimonialismo no Brasil Imperial em Paraibuna antes de 1850".

Neste artigo, foi abordado o conflito fundiário em Paraibuna/SP no contexto em que a sesmaria era o único meio legítimo de posse de terras, a partir de um Ato de Reivindicação de 1828, protagonizado por um desembargador que utilizou sua posição política e status social para obter vantagens pessoais. A pesquisa metodológica combina revisão bibliográfica sobre micro-história e patrimonialismo, com a aplicação da paleografia, permitindo uma análise detalhada das microescalas. Esse enfoque possibilita trazer à tona as vozes de grupos marginalizados, comunidades locais e indivíduos sem poder político ou econômico, que geralmente são silenciados ou negligenciados pelas grandes narrativas históricas, como exemplificado pelo pequeno município de Paraibuna.

CLIQUE AQUI para ler o artigo completo, e nos acompanhe em nossas redes para saber mais sobre as pesquisas desenvolvidas aqui  no Centro de Memória Paraibuna. 



segunda-feira, 7 de julho de 2025

O movimento de 1932

 Olá internautas!

Hoje vamos falar sobre o movimento de 1932. Você conhece qual a história por trás deste feriado que temos no estado de São Paulo ?


Durante os anos que precederam 1930, a política nacional era conciliada entre dois grupos políticos, que alternavam entre si o controle do Estado Nacional Brasileiro. O período ficou conhecido como República do café com leite, onde mineiros e paulistas tomavam conta das eleições, e por conseguinte, atendiam aos seus interesses enquanto representantes da República. 

A situação começou a mudar em 1930, quando Washington Luís decidiu apoiar a candidatura de Júlio Prestes, que também era paulista. Com isso, houve o rompimento de continuidade entre mineiros e paulistas, que desde o início da República, guiava os arranjos políticos e assegurava os interesses das elites, tanto a mineira quanto a paulista.


Como era de se esperar, a insatisfação dos mineiros com a situação gerou uma nova condição política, e ao invés deles apoiarem Júlio Prestes, os mineiros se tornaram oposição. A candidatura de Getúlio Vargas, foi a principal apoiada pela oposição. 


Durante as eleições, Júlio Prestes recebeu mais votos, e em uma eleição com oposição forte e com fraudes eleitorais, comuns do período, foi eleito presidente, superando toda a expectativa dos oposicionistas de superar a política de continuidade de Washington Luís. 


Os líderes da Aliança Liberal, tentaram até mesmo a adesão de Luís Carlos Prestes, um dos líderes da coluna prestes e um dos principais líderes militares, este, recusou o convite e se apartou de vez das elites políticas da época, quando se vinculou ao Partido Comunista. Os militares começaram a conspirar pelo golpe, para que Júlio Prestes não assumisse como presidente. A gota d'água foi quando João Pessoa foi assassinado, e a Aliança Liberal  viu um grupo de defensores do lado político dele ascender a uma revolta, que seria controlada pelo governo de Washington Luís. 


O controle imposto por Washington Luís, foi visto pelos oposicionistas como uma intervenção no Estado da Paraíba, com o intuito de enfraquecer os próprios oposicionistas da região. Foi a partir disso que os oposicionistas conseguiram forças para erguer um movimento revoltoso contra o até então presidente Washington Luís, e assim se deu: militares organizados na oposição batalhando contra os que estavam a mando do poder Federal para proteger o cargo de presidente.



Os legalistas, assim chamados os defensores da conjuntura política de Washington Luís, continuamente foram derrotados nas batalhas travadas. Até o momento em que o Presidente viu que não tinha mais capacidade de controlar o conflito, e no dia 24 de outubro de 1930, foi deposto e um governo provisório foi estabelecido por militares. 


O golpe aconteceu, e junto dele, Getúlio Vargas assumiu o poder. Desde a Constituição de 1824, foi a primeira vez que todos os cargos foram ocupados por militares e civis não eleitos. Para que conseguisse controlar as estruturas políticas municipais e estaduais, e impedir que os antigos grupos por ele deposto voltassem ao poder, criou um novo projeto de Nação para romper em definitivo com o modelo anterior. Posteriormente, criou leis de proteção ao trabalhador, mas também sufocou ao máximo as possibilidades de organização trabalhista, além de excluir os trabalhadores do campo deste plano de proteção.     


Getúlio não se mostrava aberto à conversas referentes à eleição. A partir de 1932, com o intuito de demonstrar disposição constitucional, criou o Código Eleitoral, que inviabilizou fraudes que antes eram comuns, atribuiu a participação feminina ao voto e também o voto secreto.

Entretanto, o governo não demonstrava abertura para eleições, mais parecia que Vargas queria manter o governo provisório como definitivo. Em 1932, as condições já não aparentavam tão favoráveis à Getúlio, os aliados e os opositores queriam as eleições imediatas. 


O descontentamento Paulista já estava aflorado devido à indisposição de Getúlio com a elite cafeeira paulista, que se organizava através de instituições próprias com sua produção e passou a ter o controle Nacional, pelo Conselho Nacional do Café, limitando a autonomia política do Estado.


Vargas nomeou quatro interventores para cuidar de São Paulo, os paulistas demonstraram-se incontroláveis e não aliados ao interesse do mesmo. Foi quando as coisas esquentaram em 1932, momento em que os paulistas alinharam sua pauta em oposição , com o intuito de convocar uma Assembleia Nacional Constitucionalista, para defender seus interesses. 



O movimento de 1932, foi um período onde os paulistas, movidos por um sentimento de revolta contra as decisões tomadas para o futuro do Estado, se uniram por uma causa, contra Getúlio Vargas que após golpe assumiu o poder e tomou decisões que não se alinhavam com os interesses da camada que tomava as decisões no Estado de São Paulo. 


O ressentimento político gerado entre os paulistas com a política que vinha sendo estabelecida por Vargas era tanta, que uma nova unidade se fortaleceu perante a essa questão, os paulistas que movidos por um sentimento de identificação com o Estado de São Paulo não como parte do Brasil, mas como um Estado soberano com o qual o orgulho se assemelha a um patriota regionalista, mas nem em todo caso eram separatistas, em casos, apenas queriam a deposição de Getúlio Vargas, que era consenso entre paulistas do movimento na época.


A bandeira levantada por São Paulo significava o retorno do poder da República e eleições, e por isso passou a ser chamada de “Revolução”. A dita revolução, não tinha interesses em romper com os antigos modelos já propostos e fixados na história do Brasil, como os tantos problemas agrários, que vindo da colônia e Império, perpetuam até hoje na república. 


A participação no movimento Paulista contou com batalhões de diversas regiões, inclusive do município de Paraibuna, onde combatentes estiveram presentes para lutar contra a política de Getúlio Vargas. Dentre eles, estavam José Tobias das Neves, Pedro Barbosa e Benedicto Dias de Carvalho.  



José Tobias das Neves, Cabo pelo pelotão da Companhia do Batalhão de Paraibuna, no dia 21 de setembro de 1932, em reconhecimento sobre Taquary, demonstra em sua fala o seu amor a bandeira de São Paulo, onde ele e seu batalhão se colocaram à disposição da causa paulista. Conta, que em uma batalha de 28 homens paulistas contra 800 opositores, os paulistas levaram vantagem na batalha e conseguiram combater os ditos “ditatoriais”.




Com a grande desvantagem numérica, os paulistas estavam em retirada do campo de Batalha, enquanto alguns não conseguiram se retirar e foram alvejados por tiros, inclusive o próprio Cabo José Tobias das Neves, este que não foi morto de início, mas ao ser intimado por três inimigos, preferiu pegar sua arma e alvejou dois deles, enquanto corria foi alvejado e morto. Conrado Mattos Junior contou essa história no jornal “Gazeta Popular”, em comemoração dos 5 anos do que para os paulistas se tornou um marco histórico, da disputa contra o Governo de Getúlio Vargas.


Com os paulistas se enfraquecendo cada vez mais, o exército Nacional conseguiu com que São Paulo assinasse sua rendição no dia 1º de outubro. Após isso, os líderes regionais foram ou exilados ou tiveram consequências com a justiça da época. As elites foram enfraquecidas e Getúlio conseguiu consolidar sua aliança com os militares, e posteriormente, em 1933, fixou a data de 3 de maio para a convocação de uma Assembleia Constituinte. 


Os paulistas foram derrotados durante esse levante, que não obedecia a interesses populares, os excluía e não previa a participação operária para evitar que o movimento virasse contra si. Ainda assim, o sentimento existente em São Paulo com esse movimento é de vitória, por terem lutado contra um governo que veio a partir de um golpe.




SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: Uma biografia. 1ª ed.São Paulo: Companhia Das Letras, 2015.


sexta-feira, 25 de abril de 2025

21 de Abril — Tiradentes: o homem por trás do mito

 Você sabe o que há por trás da construção de heróis na história?


No dia 21 de abril comemoramos a vida de Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes. Segundo Schwartz e Starling (2015), Tiradentes não nasceu herói, ele foi um homem comum: militar de baixa patente, dentista nas horas vagas, incomodado com os abusos da Coroa Portuguesa. 

Ele não era líder da conjuração Mineira - muito pelo contrário. Sua origem humilde e seu radicalismo o colocavam à margem até mesmo entre os envolvidos, mas foi justamente por isso que ele foi escolhido como bode expiatório. Ao contrário dos companheiros com prestígio e títulos, Tiradentes foi o único a pagar com a vida.

Sua morte foi um espetáculo público. O corpo esquartejado, a cabeça exposta em praça. A intenção era servir de exemplo. Intimidar. Silenciar qualquer ideia de liberdade. Mas a história fez o contrário.


Séculos depois, a figura de Tiradentes foi trazida novamente — não como o homem real, mas como um mito útil para construir a ideia de que bons homens existiam durante o período colonial, e estes, representavam os interesses da república: de barba longa e aparência messiânica, virou símbolo da luta contra a opressão.



Hoje, ao lembrar Tiradentes, precisamos ir além do mito. Reconhecer sua coragem, sim — mas também sua humanidade, suas contradições e o contexto que o transformou em mártir.

Mas para ser herói, precisa ser bom?

Paraibuna passou pelo mesmo processo de forjar heróis. Enquanto Tiradentes se tornou um mito para enaltecer o sentimento republicano, em Paraibuna, os ditos “progressistas” foram justificados e mitificados em torno de outras figuras.

 Os antigos escravistas do período cafeeiro atualmente recebem homenagens com nomes de ruas. Como é o caso do Coronel Marcelino de Carvalho, que através do livro “Parahybuna: História e Cidade (1932)”, escrito pelo memorialista João Netto Caldeira, é retratado como um dos grandes responsáveis pelo progresso do município, porém, desconsideram que para o progresso acontecer, foi necessário muitas mãos. 

Mãos estas que foram escravizadas por alguém considerado herói e silenciadas pela construção da história local, construída por aqueles que queriam se eternizar, sem se responsabilizar.  



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quarta-feira, 23 de abril de 2025

Dia 22 de Abril, Descoberta? INVASÃO!

 No dia 22 de Abril, tivemos uma data importante para o Brasil. Mas você sabe o por quê ?

Desde o primeiro contato, os povos indígenas foram rotulados como primitivos, selvagens — não por falta de inteligência ou sensibilidade, mas por não se encaixarem no padrão europeu de civilização. A poligamia, os rituais antropofágicos e outras expressões culturais eram vistos com espanto e desprezo. Para os invasores, esses povos não eram "evoluídos" o suficiente. Julgavam com soberba o que não compreendiam.

Os cronistas enviados para relatar o “Novo Mundo” escreviam a partir da ótica eurocêntrica, filtrando tudo pela régua de sua própria cultura. Assim, os relatos produzidos não buscavam entender, mas classificar, julgar, moldar. Um ritual sagrado, como o ritual antropofágico, foi reduzido à ideia de canibalismo, esvaziando seu sentido espiritual e simbólico. A cultura indígena foi distorcida, silenciada e reescrita para servir aos interesses da metrópole.

E na nossa região? Você conhece sabe o significado do nome da rodovia?

Os Tamoios formavam uma confederação com várias outras etnias tupinambás, que resistiam à colonização portuguesa, partiam para a batalha quando necessário. Um de seus principais líderes foi Cunhambebe, responsável pela maior batalha contra a capitania de São Vicente, atual São Paulo, que durou mais de 10 anos. Atualmente, temos a rodovia dos Tamoios, que corta o município de Paraibuna e é uma das únicas que ao invés de eternizar o nome de colonizadores, retratou o povo guerreiro que passou por nossa região. 

Clique AQUI  e acesse Arquivologia No Vale do Paraíba  

 Não se descobre o que já era habitado, cultivado e vivido. O que houve foi uma invasão brutal. Os donos da terra foram obrigados a abandonar seus modos de vida. Os que resistiram, foram perseguidos, escravizados ou mortos. Suas culturas foram esmagadas para caber no molde português de exploração: da terra, do corpo, da alma.

Foi um processo de dominação violento, um genocídio cultural e físico. Não foi o início de uma nova era — foi o começo de uma luta ancestral pela sobrevivência e pela memória.

Por isso, temos o dever de pensarmos em 1500 não como o marco inicial da História do Brasil, mas sim como o marco inicial do genocídio, apropriação da terra e exploração. O Brasil é terra INDÍGENA!

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POVOS
INDÍGENAS DEPARAHYBUNA

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Retorno do Serviço Técnico de Formação e Treinamento Paleográfico

Olá Internautas!

No dia 26 de março, tivemos o prazer de retomar o " Serviço Técnico Especializado para Formação e Treinamento Paleográfico ", coordenado pela Dra. Valéria Zanetti e Me. Maria José Acedo , com a participação da equipe do Centro de Memória. 

No primeiro dia, voltamos às atividades, continuando à pesquisa para a transcrição de um documento (arquivo localizado na Biblioteca Nacional, referente a fundação da povoação de Paraibuna Clique aqui ) em que as professoras já estavam trabalhando.


Esse momento foi essencial para aprofundar conhecimentos sobre a paleografia.

No dia 1º de Abril, recebemos uma visita do Pró-Memória de São José dos Campos. 

Durante a atividade, os participantes puderam mergulhar no universo da paleografia e vivenciar na prática a transcrição de documentos históricos, trocando experiências com a equipe do Centro de Memória.

Esses encontros são fundamentais para a preservação e a valorização do nosso patrimônio documental. 




A cada nova atividade, reafirmamos o compromisso de manter viva a memória da nossa cidade.

Fique ligado para mais atualizações e descubra conosco os segredos escondidos nos documentos históricos!

sexta-feira, 28 de março de 2025

Visita

 Olá internautas!

No dia 27 de março, recebemos a visita de representantes da Câmara Municipal de Paraibuna: o presidente Cícero Fabiano, a diretora Priscila Bald e a chefe de gabinete Mônica Machado.


Eles vieram conhecer os resultados do primeiro ano do projeto Serviço Técnico Especializado para Formação e Treinamento Paleográfico, coordenado pela Dra. Valéria Zanetti e pela Me. Maria José Acedo, com apoio da equipe do Centro de Memória e pesquisadores da cidade.

Esse projeto tem como objetivo organizar os documentos históricos do Judiciário que estão sob nossa guarda. Até agora, já conseguimos limpar, digitalizar e transcrever 97 processos, somando quase 3.500 páginas analisadas! E o trabalho continua: em 2025, já começamos a higienização e digitalização de mais 100 processos, totalizando mais de 4.500 páginas que ainda serão transcritas.

Tivemos também uma conversa bem produtiva sobre possíveis parcerias entre as instituições.



Fiquem de olho para mais novidades!